Um programa de transição estruturado para valorizar o colaborador e gerar eficiência real para a Volkswagen.
Sustentado pela solidez de mais de 50 anos da Fundação Copel — EFPC supervisionada pela PREVIC.
Articulação Sindical




A Fundação Copel é uma Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC) fundada em 1973, supervisionada pela PREVIC e vinculada ao Ministério da Previdência Social.
Gerimos recursos com rigor atuarial, transparência e governança de alto padrão, oferecendo planos de previdência complementar para colaboradores de empresas patrocinadoras e instituidoras.
Oferecemos um portfólio completo de planos previdenciários e programas de transição, adaptados à realidade de cada empresa e de cada colaborador.
Plano tradicional com benefício calculado com base no salário e tempo de serviço. Garante previsibilidade ao participante.
Combina características do BD e CD. Fase de acumulação em CD e fase de benefício com renda garantida.
Plano de acumulação individual. O benefício é proporcional ao saldo acumulado e à rentabilidade obtida.
Estrutura de saída assistida para colaboradores que optam pelo desligamento voluntário com suporte financeiro.
Programa de transição para colaboradores em fase final de carreira, com renda garantida até a aposentadoria pelo INSS.
Plano de saúde complementar para participantes e dependentes, com cobertura nacional e gestão integrada.
O momento da pré-aposentadoria exige sensibilidade. Grandes empresas enfrentam o desafio de equilibrar a otimização das suas estruturas com o respeito profundo aos profissionais que ajudaram a construir a sua história.
O nosso desafio foi desenhar um modelo onde a sustentabilidade financeira da companhia e a dignidade do trabalhador não competem, mas caminham lado a lado.
Manter a estrutura tradicional de folha de pagamento tornou-se um peso invisível. Além do salário nominal, o custo de inércia carrega 79% em encargos patronais e provisões legais (13º, férias, FGTS), somados ao peso inflexível do plano de saúde. A transição inteligente precisa de neutralizar essa ineficiência tributária sem retirar o suporte financeiro do colaborador.
Transições não estruturadas abrem brechas para passivos e desgastes jurídicos. A companhia precisa de uma solução que formalize a mudança de ciclo com total segurança legal, transparência e anuência mútua, blindando o caixa da empresa e garantindo paz de espírito para todas as partes envolvidas.
O profissional que dedicou décadas à construção da empresa merece ter a sua história honrada. A premissa inegociável deste projeto é garantir uma ponte segura: manutenção do padrão de renda, cobertura de saúde ininterrupta e proteção integral para a família até ao momento da sua aposentadoria definitiva pelo INSS.
Estruturar essa ponte financeira não é uma simples matemática de rescisão. Exige a construção de um motor atuarial capaz de absorver a agressividade da inflação médica (VCMH), projetar reajustes salariais futuros, garantir rentabilidade real do capital e precificar riscos imprevistos (morte ou invalidez) — um nível de engenharia de passivos que vai muito além das ferramentas tradicionais de Recursos Humanos.
Os colaboradores da Volkswagen em fase de transição para a aposentadoria serão integrados ao Plano Família — plano de Contribuição Definida (CD) já existente na Fundação Copel. O programa substitui o vínculo empregatício por uma renda garantida, com cobertura de saúde e proteção de risco.
O colaborador recebe 50% do salário atual mensalmente, reajustado pelo IPCA + ganho real, até completar a carência para aposentadoria pelo INSS.
O plano de saúde é mantido durante todo o período de transição, com o mesmo padrão de cobertura do período ativo. Custo fixo, independente do salário.
A Fundação realiza a contribuição ao INSS em nome do colaborador durante todo o período, garantindo que não haja lacuna no tempo de contribuição.
Cobertura de morte e invalidez durante o período de transição. A taxa é calculada atuarialmente conforme a faixa etária do colaborador.
A Volkswagen realiza um único aporte ao fundo no momento do desligamento. A Fundação assume toda a gestão financeira e atuarial a partir daí.
Com o aporte realizado, o vínculo empregatício é encerrado com segurança jurídica. A empresa elimina os encargos patronais e provisões trabalhistas.
Mais do que um modelo financeiro, este projeto nasceu de um diálogo transparente e genuíno entre a Volkswagen, as Entidades Sindicais e a Fundação Copel. Cada etapa foi desenhada a várias mãos para garantir que a transição do colaborador seja tratada com o máximo de respeito, segurança e previsibilidade que o momento exige.
O que a Volkswagen nos trouxe
A Volkswagen nos apresentou um desafio estratégico: como estruturar a saída de profissionais que dedicaram décadas à companhia, garantindo que a transição seja financeiramente inteligente para a empresa e, acima de tudo, digna para o trabalhador.
O pedido central foi o desenvolvimento de uma Arquitetura de Proteção Integral que substituísse o vínculo empregaticio, mantendo os pilares essenciais de segurança do colaborador: Renda Mensal (50% do salário nominal), Seguridade (INSS Autônomo 20%), Saúde (Plano Titular e Dependentes) e Proteção de Risco (cobertura PAR para Morte e Invalidez).
Cada componente do aporte tem uma função específica. Entender cada um é essencial para avaliar a proposta com clareza — especialmente para quem está chegando agora nesta discussão.
50% do salário atual, reajustado anualmente pelo IPCA + ganho real (~5% a.a.). É a parcela principal que o colaborador recebe mensalmente.
Custo fixo por vida (R$ 3.064/mês), reajustado pela VCMH (~9,7% a.a.). É o componente de maior crescimento ao longo do tempo.
20% sobre a renda mensal, pago pela Fundação para manter a contribuição do colaborador ao INSS durante todo o período de transição.
Cobertura de risco de morte e invalidez durante o período de transição. A taxa varia conforme a faixa etária do colaborador.
O modelo atuarial permite ajustar o percentual de renda (atualmente 50%), a taxa de reajuste anual, o valor do plano de saúde e a taxa de rentabilidade esperada. Cada ajuste impacta diretamente o valor do aporte e a economia gerada para a empresa. Os valores apresentados neste estudo utilizam os parâmetros acordados nas rodadas anteriores.
O motor de cálculo projeta mês a mês todos os fluxos de caixa do programa, trazendo-os a valor presente com a taxa de desconto acordada. O resultado é o aporte único que a empresa precisa realizar.
Salário atual, idade, período de transição, percentual de renda, taxa de reajuste e rentabilidade esperada do fundo.
Para cada mês do período, calcula-se a renda, INSS, saúde (com reajuste VCMH) e PAR (com taxa por faixa etária).
Em novembro de cada ano, a renda é dobrada para contemplar o 13º salário do colaborador.
Cada fluxo futuro é descontado pela taxa de rentabilidade esperada do fundo (≥ 4% a.a. real).
VP Renda + VP INSS + VP Saúde + VP PAR = Aporte Único necessário.
O motor garante que o aporte seja suficiente para cobrir todos os pagamentos futuros ao colaborador, considerando a rentabilidade mínima histórica da Fundação Copel.
Todos os parâmetros são ajustáveis conforme a negociação entre empresa e sindicato. Os valores aqui apresentados representam o cenário base deste estudo.
Selecione o salário e a idade de entrada no programa para visualizar o aporte necessário, a economia gerada e o benefício líquido do colaborador.
Composição do benefício mensal — Salário R$ 5.897,00
Benefícios como Plano de Saúde e PPR têm custo fixo por vida — custam o mesmo para um analista ou para um gerente. Quando o colaborador ganha R$ 8.000, a empresa paga 79% de encargos sobre uma base alta. Ao utilizar o programa, a Volks elimina essa incidência e dilui o peso relativo dos custos fixos.
Uma linha do tempo de construção colaborativa entre Volkswagen, Sindicatos e Fundação Copel.
Fundação Copel apresenta à Volkswagen e ao SMC o conceito do Programa de Pré-Aposentadoria: estrutura, diferenciais institucionais e proposta de parceria.
Primeiro estudo personalizado: colaborador de 60 anos, salário R$ 5.897. Resultado: Aporte Único vs. custo de folha demonstra economia significativa.
Simulador atualizado (16/04/2026). Sindicatos SMC, ABC, São Carlos e Taubaté passam a integrar ativamente as discussões.
5 faixas etárias (60–64 anos) × 2 salários (R$ 5.897 e R$ 8.129). Maior economia identificada: 52,7% para colaborador de 64 anos.
Mais de 40 mil vidas protegidas por empresas e entidades que escolheram a solidez e a governança da Fundação Copel.
Empresas do Grupo Copel que patrocinam os planos de previdência da Fundação.






Entidades e associações que oferecem planos de previdência para seus associados.





Empresas que aderiram ao plano corporativo da Fundação Copel.





Esta não é uma proposta da Fundação Copel para a Volkswagen. É uma proposta construída com os sindicatos, para os trabalhadores.
Os representantes do SMC, ABC, Metalúrgicos de São Carlos e Sindmetau de Taubaté participaram ativamente de todas as rodadas de discussão, garantindo que os interesses dos trabalhadores estejam no centro da proposta.




